UNIVERSO HOLOGRAFICO E O PRINCIPIO DA MANIFESTAÇÃO
Uma das contribuições mais significativas sobre o Universo e nossa presença no Campo,
veio do físico David Bohm. Na realidade, foram muitas mentes construindo cada degrau
para que Bohm chegasse em sua interpretação do Universo.
Na época em que Bohm realizava seus estudos, existia uma certa disputa entre físicos do porte de Niels Bohr e Einstein sobre validade ou não da Física Quântica, recém implantada, para explicar o comportamento de partícula/onda do elétron e de todas as partículas do mundo subatomico.
Aquele, de quando estamos olhando é partícula, quando não estamos é onda ….. Você já pensou, quem estaria olhando e quem não e se quando eu olho, materializo para quem não está olhando também …. muitas questões …
David Bohm não sentia sintonia, nem com as explicações de Bohr, nem de Einstein, já que, não explicavam os fenómenos inteiramente e de maneira satisfatória.
Uma das coisas intrigantes para ele, ocorreu quando estudava comportamento de plasma e de supercondutores. Os eletrons e partículas do plasma, pareciam ter um comportamento como se fosse um “todo”, como se estivessem conectadas umas as outras.
Você já deve ter visto, ou pelo menos visto algum vídeo, de uma enorme quantidade de pássaros ( cardumes de peixes também) que voam como se fossem um todo, realizando uma dança sincronizada. Pois é! O que os move? Já se perguntou?
Nas palavras de Bohm, era como se as partículas estivessem imersas e “obedecendo” uma ordem subjacente ao que chamamos realidade visível.
Um dia, assistindo a um show de televisão, viu a demonstração de um cilindro menor dentro de um cilindro maior. Entre eles foi colocado glicerina clara e transparente.